Mesmo que eu leia algumas vezes assuntos para compreender atitudes, me ajustar e amenizar uma certa atrofia social, na prática, ainda assim é algo estranho, difícil e complexo. No fim, ainda não compreendo.
E eu não sei por que ainda me surpreendo com certos comportamentos esperados.
Não sei se isso está ligado à esperança — não a meu respeito, mas em relação ao indivíduo — e nem me refiro ao fim de um ciclo, mas ao processo em si.
E é realmente frustrante. Essa vulnerabilidade em que me colocam é quase sempre forçada, porque é inevitável construir relações (romântico, amizade etc...) sem se expor.
Mas sim, é frustrante demonstrar vulnerabilidade diante à tolice de um fim óbvio e com esperança.