AS MÃOS QUE CONSTROEM, OS TRILHOS QUE UNEM, OS CORAÇÕES QUE SALVAM
Claudio Gia
Macau, RN, 26/10/2026
Vinte e seis de outubro,
uma data para lembrar,
tem trabalhador que constrói,
tem trabalhador que faz viajar,
tem quem estenda a própria mão
quando alguém precisa de amparo,
porque o valor de uma nação
não se mede pelo dinheiro,
mas pelo amor compartilhado.
Antes do prédio alcançar o céu,
antes da casa ter seu telhado,
tem um trabalhador sob o sol,
com seu suor derramado.
O engenheiro desenha os planos,
mas a obra precisa de ação,
é o saber de quem vive o trabalho,
é a prática da construção.
Não existe arranha-céu sem esforço,
nem cidade sem trabalhador,
cada tijolo carrega uma história,
cada casa merece respeito e amor.
Viva quem constrói! Viva quem trabalha!
Viva quem não foge da batalha!
Viva quem transporta a humanidade!
Viva quem pratica a solidariedade!
Brasil de todas as cores,
Brasil de todas as nações,
somos filhos de muitas histórias,
somos povo, somos mãos e corações!
Nos trilhos que cortam as cidades,
vai passando a vida de milhões,
gente branca, preta, parda,
tantas vidas, tantos corações.
Vai o estudante, vai quem trabalha,
vai quem luta para sobreviver,
cada viagem carrega um sonho,
cada pessoa tem direito a viver.
O metroviário, atento à jornada,
faz do movimento uma missão,
transporta pessoas, encurta distâncias,
liga o trabalho à educação.
Somos um Brasil miscigenado,
feito de encontros, lutas e união,
um país que não cabe numa cor,
nem se constrói com discriminação.
Viva quem constrói! Viva quem trabalha!
Viva quem não foge da batalha!
Viva quem transporta a humanidade!
Viva quem pratica a solidariedade!
Brasil de todas as cores,
Brasil de todas as nações,
somos filhos de muitas histórias,
somos povo, somos mãos e corações!
Quando a guerra fecha os caminhos,
quando a dor invade um lugar,
quando a fome ameaça uma criança,
sempre existe alguém disposto a ajudar.
A Cruz Vermelha nos lembra
que nenhuma vida é descartável,
que socorrer quem sofre no mundo
é um compromisso inadiável.
Que seria da humanidade
se ninguém estendesse a mão?
Se o egoísmo governasse os povos,
se o sofrimento não causasse compaixão?
Não queremos um mundo dividido
pela força, pela guerra e pelo poder,
queremos povos dialogando,
com o direito de existir e viver.
Unilateralismo é fechar as portas,
é pensar que só um pode decidir;
multilateralismo é abrir caminhos,
é sentar com outros povos e ouvir.
O Brasil pode erguer sua voz
pela paz, pelo diálogo e pela igualdade,
porque nenhum país salva o mundo sozinho:
precisamos de cooperação e humanidade.
Do sertão às grandes metrópoles,
do Nordeste ao mundo inteiro,
que a solidariedade seja a nossa bandeira,
e a justiça, o nosso companheiro!
Viva quem constrói! Viva quem trabalha!
Viva quem não foge da batalha!
Viva quem transporta a humanidade!
Viva quem faz do amor solidariedade!
Viva o pedreiro, viva o servente,
viva o metroviário, trabalhador valente!
Viva quem socorre, quem estende a mão,
viva quem acredita na transformação!
Brasil de todas as cores,
Brasil de todas as nações,
que a justiça floresça entre os povos,
que a paz encontre nossos corações!
Vinte e seis de outubro,
três lembranças, uma verdade:
quem constrói, quem transporta, quem socorre
ajuda a construir a humanidade.
Parabéns a todos que fazem sua parte,
com coragem, trabalho e solidariedade.
Porque um mundo verdadeiramente humano
se constrói com justiça, respeito e fraternidade.