Dei ao teu nome o peso de um abismo
E afundei sem pedir o resgate ou o cais.
Amar-te assim, no fundo do egoísmo,
É não querer tocar a terra nunca mais.
Deixo os meus pulmões cheios de tua ausência,
Morrendo afogado em mares que não vi.
E a cada segundo que perco a paciência,
Mais fundo afundo, sempre perto de ti.