Prostrado no banquinho moribundo
Pensamentos levados pelo vento
Sorriso esquivo um esboço lento
Da vitalidade clamada a cantos do mundo
Sombrio relembra saudosa juventude
O tempo não acaba cedo
Não lute mas abrace pois não remendo
Perdido no espaço fica sem atitude
Ecos das noitadas vislumbram
Traços faciais carcomida tempestuosamente
Ignora o amanha pois esta no presente
Esboça um sorriso gente querida
Aparece na mistura das lágrimas
da areia desértica nunca mexida
Imagno Velar