Puramente uma...
Convicta na natureza,
Perfumada de chuva,
Todo o frescor de sua beleza.
Quem se supra,
A teus encantos, com certeza,
Viaja em teus traços, una,
Dádiva de inundada clareza.
E veja só, que formosura,
Sua forma, tão gostosa,
Para um deleite na gravura,
Dessas suas curvas maravilhosas.
Diga a sua malícia,
Me dar esta carícia,
Toda convencida,
E Pouco perdida.
Me desfaço dos meus medos,
Para descobrir seus segredos,
Com sua carne em meus dedos,
Pedindo seus desejos.
Plenamente uma...
Sua forma, tão gostosa,
Perfumada de chuva,
Dessas suas curvas maravilhosas.
E veja só, que formosura,
A teus encantos, com certeza,
Para um deleite na gravura,
Dádiva de inundada clareza.
Quem se supra,
Convicta na natureza,
Viaja em teus traços, una,
Todo o frescor de sua beleza.
Viaje nos meus olhos,
Que para lhe dar seu cheiro,
Da sua pele em orvalho,
Ou apenas de um beijo.
Que de tanto vem,
Esta sua plenitude,
Toda apreciada muito além,
De tantas antigas virtudes.