Tudo, tudo, tudo... um grande nada. Nada para amar, apenas fingir que se ama; nada para cuidar, tudo pequenas ilusões. Você pensa que ama, finge que cuida, imagina que protege e acredita ser perfeito, mesmo sendo defeituoso.
Será que algum dia algo vai ser realmente real, ou apenas desilusões e sofrimento?
No pequeno peito, o coração chora lágrimas de sangue; o pulmão já nem faz questão de grandes respiros, e o cérebro segue confuso, à procura de algo — embora eu saiba que nada existe. Preciso descobrir o que fiz de tão ruim... Não consigo me lembrar, pois em minha vida só há desgraças.