Ontem escutei de você.
O que jamais poderia desejar.
Palavras massificadas a zumbir nos meus ouvidos.
Algo como que se.
Chibatadas a dilacerar a própria pele.
Aniquilando os meus desejos.
E o que mais poderia faser.
Se não ficar em silencio.
Não me opus apenas escutei.
E você numa opilência a expor todas as vossas mascaras.
Deixando de ser meu ancoradouro de águas suaves.
Para se tornar num mar bravio a aterrorizar.
Atirando me contra o cais.
Como sofri em suas mãos.
Marisco a rolar nas arreias de minhas desilusões.
Assistindo meu próprio mundo a desabar.
Pois minhas palavras.
Pegas em seu contra pé.
Foi o inicio fatal.
Que desencadeou toda essa avalanche.
Que me soterrou.
Sr. Apegaua.