No entorpecer da noite, vasto-me em lágrimas.
O teu adeus pôs um fim no meu ser.
Nas plumas da solidão, me embriago de dor.
De relances, visto-me em armadura.
Trago em ti o teu eu.
Sinto você comigo.
Em minhas falas, “te amo” não chegaria aos pés.
Te vivo em minha alma, te vivo eternamente.
Digo: a saudade se faz.
Te vivo, vovó.