Gvixlun

Marsul

No entorpecer da noite, vasto-me em lágrimas.

O teu adeus pôs um fim no meu ser.

Nas plumas da solidão, me embriago de dor.

De relances, visto-me em armadura.

 

Trago em ti o teu eu.

Sinto você comigo.

Em minhas falas, “te amo” não chegaria aos pés.

Te vivo em minha alma, te vivo eternamente.

 

Digo: a saudade se faz.

Te vivo, vovó.