Jorge E. Leal
O menino que roubava calcinhas,
Cresceu em tamanho e mudou...
Os hábitos saíram das vizinhas,
E na universidade por lá ficou.
Delinquente do fetiche sexual,
Mudou o rumo de sua história,
Passou a roubar longe do varal,
Novo ramo explorou sem glória.
E apropriou-se do conhecimento,
Era o garoto que roubava livros,
Não tinha hora, dia ou momento,
Assim que podia agia sem crivos.
E nessa arte o aluno virou mestre,
Mestre dos magos na arte em teste,
Ficou esperto na escrita rupestre.
E testou o saber e como se investe,
Liberou acervos na área campestre,
Ninguém sabe o nome dessa peste.