Caos Digesto
Jurastes a ti, mentiras efêmeras que jamais poderia suprir. Lavastes espíritos todos os dias por buscas de respostas cujo a ti não deveriam existir. Ponderastes efeitos teológicos a fim de pressupor que a culpa não existe, todavia esqueces que ela tornará.
Mas sejamos sinceros, estas fardo de tanto transitar em respostas, por algo que claro és. Não adianta negar a si próprio a face que a ti rege, pois estás nela as dúvidas das tuas preces.
Velastes incessantemente as palavras sábias de outros que possam te sustentar, mas esquece de analisar, como podes parar?
Tuas verbas já a ti não pertencem, teu corpo já não movimentas à tuas ordens, mas ao que veneraste sem racionalizar. Te tornas um fantoche de tuas próprias ideias pobres, sem desmembrar-te daquele que lhe toma posse.