O limite onde o sonho esbarra no osso.
A física recusa o desvio:
o ontem não cabe no amanhã,
a vontade não dobra o ferro.
Há um nó cego na lógica —
uma fenda estática
onde a semente para
e o trilho não passa.
Não há encontro.
Há o sonho aprendendo
a ser osso (também).