Sempre sonhei em ter rosas
Apenas uma
Para a regar todas as manhãs
Batalhar pela permanência
E chorar quando enfim se for
Mas não me entregaram
O querer acumulou
Vindo a rodar com o vento
Tornando-se vazio
Tudo ficou mais pesado
Minha bolsa carrega-me
E nossos vasos entrucaram
Cheios de larvas até a borda.