Por essa solidão insolente que do meu coração fez morada.
A dor e tanta e tamanha.
Que por costume vicio ou demanda.
Já não consinto que da boca seja apagada.
E se choro reivindicando.
Por tanto amor por tanto carinho.
E que por a muito do meu peito foram se embora.
E .por pressentir que viajando em aguas fundas sozinho.
Apoito me a beira do cais.
Onde calado assisto um mar bravio e vingativo.
Que em meus pensamentos.
Joga contra os rochedos.
Tudo aquilo que nem mais existe.
E que um dia para mim.
Foram todos os meus fantasmas.
Homenagem ao gato do poeta Francisco.
Por Sr. apegaua