Eu o observava como se fosse uma pintura realista, retratada quase com perfeição, mas com pequenos traços e nuances que o faziam parecer e transmitir a sensação de ser humano. Eu examinava cada centímetro de sua pele, contando as sardas escondidas em seu rosto; é como se ele carregasse milhões de constelações nelas. Seus olhos transbordam vida; são como a natureza, que nos faz sentir tamanha intensidade e imensidão, fazendo-nos sentir tão pequenos diante daquele olhar verde. Eles transmitiam tanto de sua essência — uma sensação de calor profundo e paz, comparável apenas à calma mais absoluta.