Com sua meia três por quatro e o shortinho enterrado.
Faz me sentir um profano.
Um próprio animal sem dono.
Arrebatando minha voz e me tirando do serio.
Alvoraçando me.
E na sua essência de mulher.
Quero e preciso configurar em minha pele todo esse carinho.
Por já deixar me perturbado..
Embriagado e sem jeito com seus direitos de bocas e cabelos.
Brincando e zombando da minha intimidade.
Por bem e querer saber que para mim não existe o amanhã.
Perante essa mesma Lua a nos fitar.
E claro e evidente que irei te ver outra vez,
Outra vez mas não agora.
Quem sabe talvez.
Onde tudo ira depender.
De como e aonde ira estar o nosso paladar.
Apegaua