O meu tempo passou.
Ia todo garboso como que se nem escutasse.
E como para mim nem olhou.
Largado como num desafio fiquei.
Implorando por coisas que já nem me pertenciam mais.
Carcomido e sem saber o que esperar encontrei me.
E agora faço o que.
Viver por viver.
Se até minha alma belisca me a pele por acreditar que o corpo e falso.
O entorno mudou não e mais o mesmo.
O Céu que era azul se acinzelou.
O bom Dia.
Boa Tarde.
Boa Noite Senhor.
Virou.
Abraços dos daqui para os dai.
Acho até que seria melhor o meu chão se abrir.
E de dentro uma voz murmurar.
A culpa.
Nem foi do seu tempo passar.
E sim da sua teimosia em ficar.
Coisas que raramente acontece.
Homenagem ao gato Fantasma.
Apegaua