A luz do sol poente
iluminava a janela,
e a janela refletia na parede
um tom amarelo transparente.
Já quase às dezoito horas,
tive que pausar minha leitura
para, por um breve instante, admirar
o reflexo solar
que se despedia,
mas, ainda tão cheio de graça,
nos meus olhos permanecia.
É incrível como coisas tão bobas
podem nos fazer sentir vivos.
Agradável é a luz;
maravilhoso é poder vê-la.
Poetisa do amanhã