Fábio Alves Leão

NÃO DEIXO MARCAS, NEM FAÇO HISTÓRIA

Eu me sinto assim

A vida sem sentido, um ser sem importância

A espera do fim

Esquecer o que fiz, apagar a lembrança

 

Um ser insignificante

A cada dia percebo que tudo fica pior

Sem detalhe marcante

Medo do futuro, sem condição melhor

 

Na curta existência da vida

Não vivemos e plenitude desta existência

Não trilhamos estrada colorida

Somos preteridos por viver a nossa essência

 

Pelos caminhos da vida, sigo em frente sem querer chegar

O choro é a minha companhia fiel

Não deixo marcas onde passo, mas levo saudades do lugar

Não faço história, apenas cumpro o meu papel