As algumas linhas que juntas ficaram por bastante tempo, paralelas são por nunca se encontrarem.
Mas em um infinito fim tão tão distante, se entrelaçarão como fortes mãos presas ao acaso
Como astros relapsos, densos e esmagados;
um abismo escavado, de um passado frustrado
A fervente malha agitada
Sem direção corre angustiada
Mostrando que não tem o que perder quando o sol esqueceu de esquecer
E esse foi o alvorecer, quando descobri que a chuva passou e molhou seu buquê;
Rasgou seu anel tapeço com todo amor
Era de vidro e se quebrou
A morte chegou, e esse foi o adormecer rápido e eloquente
Mas não o bastante para apagar as fulgentes marcas ardentes;
Acabaram por transformar aventuras e desventuras em meros acidentes
A doce ilusão de um ego perturbado e dormente.
E esse foi o expirar, como um tilintar sob a luz do luar;
Um vinho derramado e servido no jantar
A badalada final em um certame triunfal:
Nesta noite, surgiu o calor que coloriu e mostrou
As cicatrizes como flor, feito cálice de amor.