Acendo meu par de olhos como candelabro. Não procuro alívio, refúgio ou subterfúgio. Com a ajuda das verdades as quais ninguém pertence, vi no ser desafiado uma grande boa sorte.
Uma carta de amor ao estar presente e um afago, em carinho ao escutar atenciosamente, sem buscar a resposta, mas sim a pergunta, para que assim a resposta o tenha.
Viver de ser longe do amargo vir-a-ser. Estar ao seu lado, viver.
Presente nos aquis do agora, percebe-se aos condicionamentos do passado e aos medos do futuro. Dispensa-os pelo verdadeiro novo, tal como dispensar-ei os condicionamentos de todos os grandes nomes e filosofias.
Tudo pela singela, furtiva, mas alcançável liberdade de uma transformação verdadeira, de quem amanhece, junto de cada dia, novo.
Por quem cria, por quem compõe, por quem escreve, por quem acredita ser ter porque acreditar, por quem canta no fio da meada, bem-te-vi.