Hoje eu a vi.
Não como via,
mas como sentia...
E — como sinto!
Sinto tua ausência,
a presença da solidão.
Sinto o ar que me escapa,
a fuga que me prende!
A dor que me acolhe,
e teu desprezo a galope.
Ah, nossos dias!
Como fogem.
Sinto tua falta,
E de como me via.