O mundo que eu nasci, mato,entristeço
E espera sempre de mim novidade
Entrega a beleza com igualdade
Que pelo estado de alma não mereço
A meio dos campos, choro e padeço
Desvio os meus olhos da claridade
Poupo ao mundo a perda da eternidade
Que há muito que o seu esforço já conheço
E exausto estou da minha nociva
Presença, enaltece me a existência
Ser digno de uma boa expectativa
Mas por não ver no mundo influência
Da minha falta, torno me na viva
Única alma que sofreu desistência