Julian Lael
Perder-se nos jardins da literatura se viu,
Em meio às páginas dos céus, meu poema,
Nos ares da poesia em quatro ventos, amena,
Num êxtase que tira o fôlego ao mortal.
A vida satisfaz no encontro das palavras,
No cruzar de letras que moldam emoções,
De frases caem sonhos e devaneios mil,
Das orações reluz o brilho do déjà-vu et al.
Seguem adiante, eternamente à luz vital,
Lembranças e reminiscências em vãs razões,
Marcam as histórias que a glória conduz.
Se sei ou não dizer, não importa mais,
No acaso sempre busco a minha paz,
Pro destino não me pregar peças tais.