Jeremy abanava sua cauda, saltitando por aí
Abria sorrisos por todo lugar que passava
Não, porém, ao ver seus pobres amiguinhos.
Ah, pobres esquilinhos, presos atrás de tão finas barras!
Mas tão breve Jeremy voltava a sorrir, vez ou outra rodando
Passava o tempo comemorando,
Em homenagem aos seus infortunos amigos,
A sua doce liberdade
Sem perceber que, em verdade
Jeremy jamais seria livre
Sua gaiola apenas fora construída espaçosa o bastante
Para que jamais se incomodasse,
Nem por um instante.