Abrindo meu peito aos poucos,
puxo cada parte de mim, arranco cada parte de dentro
para fora, até chegar em meu núcleo.
Quando abro os meus olhos, meu coração está em minhas mãos,
sinto o meu ser se derramando em vermelho carmesim.
Olhando para aquela coisa em minhas mãos, começo a aperta-lo sem ressentimento,
sinto ele vazar entre meus dedos até explodir.
Sinto o alívio me preencher até me sufocar, finalmente me sinto livre da dor
que ele me trazia, livre de sentir coisas que só me faziam mal.