Dormindo na vontade, no desejo da possibilidade, na esperança do afeto para que isso se torne eterno.
Nas migalhas de contato, na reaproximação, na falsa esperança de mudar aquilo que começou com uma inocente paixão.
Ter que ignorar as memórias e dar um fim concreto na relação que não teve nada sério. Para transformar o ponto de interrogação em um ponto final, nessa relação que na realidade não chegou a ser nada, vive apenas de idealização.
E o fim parece ser repentino, mas é exatamente o que aquilo precisa, já que aquele caso era proibido.