Me sinto sujo,
Assim que agora,
Tenho só mais uma hora,
Aqui nesse mundo.
Meu sangue todo lavado,
Em poças dos meus pulsos,
Únicos e cheio de discurso,
Sendo mais um mal encarnado.
Respiro dentro de uma bolha,
Introduzido em recipiente fechado,
Saber que está molhado,
Onde há cada papel de folha.
E fui mais aqui, indo...
Fazendo-me de outro maior trouxa,
Indignado com a voz frouxa,
Mesmo, este calor, sentindo.