Eu preciso correr,
E gritar aos cantos,
Para quem quiser ouça,
E para quem não quiser,desapareça.
Preciso gritar para descobrir quem seja eu,
Essa pessoa desconhecida por mim mesma,
Que é absorto.
Como se o mundo estivesse em festa,
E ela estivesse definhando lentamente.
Talvez,devesse escrever histórias,
Afim de se autocompreender,
E cessar toda dor.
Poder colorir todas as cicatrizes,
Clarear todas as sombras,
E curar todo o rascunho.