Junto aos ventos fortes,
capazes de esfriar até a ponta dos cabelos,
vieram palavras escritas em seus sussurros:
“Na próxima curva, o ônibus chega ao terminal.”
Por que é tão bom fechar os olhos
e torcer para ainda estar onde subimos,
confiantes, antes do início?
“Abra os olhos”, o vento disse.
“Você chegou. Não onde queria,
mas onde precisava.”
Só nunca esqueça de cada curva percorrida,
do vento correndo por seus cabelos
e de cada risada que fez o caminho valer a pena.
O vento leva o momento,
mas seus sussurros deixam a história aqui.