Epifania demente.
Dor causada ao beija-flor que acarinha por crer aquela sempre.
Beija-flor... Flor beijada... ignóbil polen que te atrai,
Porém só aparenta e só faz de escrava.
Vêm com carinho as abelhas, as borboletas,
Bem como o amado beija flor,
que em todo prado
Só a mim quer, a mim me escolhe, a mim me beija.
Efémera flor que de vazio se queixa,
Do peito côncavo,
Que em si e aos outros deixa.
Seria a flor ou quem la vai que tem culpa de ser arruassuado, partido, deixado em tons… cristais de sais?
Insanamente insana a flor do campo,
Que vos quer, mas polen dá, mas nunca encanto.
Que ingénua a flor.... de branco se lava.. por cores do são...
Quando nao tem... tampouco seria, nao é, nunca foi , nem serão...
A cor pura engana, o seu nome emana o antagonismo de quem tem título... mas nunca a fama.
É banhada de ouro, mirra, até incenso.
Tem a intenção, porém falta sempre o senso.
É branca! É a luz.! É natural que vós escolhestes a Gerbera, a Margarida que memso ao cego sem ver seduz!
Olhai! é a flor predileta!
É altruísta! (É caricata a flor bela como quem a quer só recebe o que nem a mesma quer que faça parte dela)
É culpada.
Doente, nem se poe em questão.
Nao tem nutrido quem a tem escolhido
Pois nem a ela sabe nutrir então.