Atrás da mais amarga chicória
Traz consigo o mais conspícuo prado
Agora, exala exímio nefasto
Outrora, aroma gardênia e azálea
Enquanto mascara seu abrupto advento
Em ventura, se aproxima, sem atento
Já emite maior valor envilecido
E omite o tão previsto apreço
Para que, então, se mostra vida
Eleva do profundo abismo ao crescente ápice
Onde se vê mais luz na própria puridade
Senão para não ansiar inevitável morte e desastre
Há tempo infectas com teu mórbido intento
Desalenta o mestre sadio que está enfermiço
Por fim, procuras o teu próximo crédulo
E o põe em cima de teus próprios estropícios
Por muito tempo que tento barganhar
Dou-te valedouros, avultados e alentado
Mas me esqueço que é como espada de dois gumes
Ilude adentrar bem e corrói o inoficioso
Ensinado a enfrentar e não soluçar
Realizei o que me foi ordenado, sem questionar
Hoje estou devastado, empilhado em adversidades
Aguardando o dia em que meus olhos se apartarão pela eternidade
De um ser tão melancólico, então, lhe digo:
Faça-te a própria vida, aproxima-te à própria morte
Junta-te os galhos caídos, carregue-os à nova parte
Pois este coração, já endurecido, não suporta mais tanta mediocridade