Deitado no quarto,
o mundo em pausa,
os pensamentos andando sem rumo.
Um instante frágil
seguir e cansar.
Parar e escutar —
A minha própria voz,
sem pressa,
sem promessa:
-eu vou cuidar da gente.
E tudo em mim cedeu.
Era alguém ficando
quando tantas coisas já tinham ido.
Chorei como que descansa,
E entende que nunca mais será abandonado