Queria ser pássaro, não para fugir do mundo, mas para o ver de outro lugar.
Voar sem destino, sem relógios, sem mapas, sem olhar para trás.
Deixar que o vento escrevesse o caminho e que o céu fosse o único horizonte.
Quem sabe encontrar outro pássaro, com a mesma coragem nas asas, a mesma intensidade no voo, o mesmo desejo de liberdade.
E rir... Rir alto, com gargalhadas de paz, de alegria, de alma leve.
Porque há voos que não procuram um lugar para chegar, procuram apenas a felicidade de continuar a voar.