Meus ossos estalavam, quebravam
Agora, tão cansados, deitados
Em decomposição de velhas posições
Estão neste lugar fétido e escuro, guardando frágeis segredos
Apenas ossos sem carne em um sono sem volta
Apenas ossos sem alma, sem futuro
Com um passado trincado e obscuro
Um armazém de esqueletos frios e ocos
Ossadas com nomes
Em uma bela caixa gelada
Assim lembrada....