MANIFESTO DE RESISTÊNCIA E LUTA:
CAPS PROFESSOR LUIZ DA ROCHA CERQUEIRA
1. A Memória da Opressão (O Biênio de Ferro: 2024–2025)
Denunciamos as páginas mais escuras da história recente do CAPS Professor Luiz da Rocha Cerqueira. Sob a antiga direção dos anos de 2024 e 2025, o que deveria ser um espaço de acolhimento e cuidado transformou-se em um cenário inóspito de violência institucional e opressão psiquiátrica.
Relembra-se, para que nunca mais se repita, a rigidez desumana imposta aos usuários. O ápice dessa crueldade materializou-se no cerceamento de direitos básicos, como o direito à alimentação, onde pacientes foram covardemente proibidos de almoçar no serviço.
Registramos o ataque direto desferido pela médica psiquiatra Máh contra o usuário e poeta Diogo Cascais ( o VLaD ). Em uma clara tentativa de silenciamento e perseguição política, o almoço do paciente foi cortado e acusações infundadas e outras calúnias foram forjadas para deslegitimar sua voz. O sofrimento imposto foi tamanho que empurrou o indivíduo ao limite extremo do desespero e ao sofrimento auto-infligido. Quase o suicídio ocorreu
2. A Força da Solidariedade e a Virada Histórica
A dor, contudo, não gerou submissão. Diante da fome imposta e da tentativa de aniquilação psicológica, torturas forçadas em salas dentro do caps camuflada de terapia, psicologo novo Davi sabe do que falo, nasceu a união dai. Os usuários do CAPS ergueram-se em apoio mútuo, transformando a fragilidade em escudo e a indignação em combustível. Mesmo enfraquecidos fisicamente pela privação, a coletividade travou uma batalha diária por direitos. Lauro Martins chegou e ajudou a rebeldia transformou em luta , maestria
Essa persistência culminou na histórica vitória do dia 31 de dezembro de 2025. A força popular arrancou o CAPS das mãos da antiga gestão da SPD e suas afiliadas. A municipalização do serviço e a troca da empresa gestora provaram que a organização dos usuários é capaz de romper contratos de opressão.
3. A Luta Atual: O CAPS que Queremos
A mudança de gestão diminuiu o peso da violência direta, mas a vitória ainda não está completa. Constatamos que falhas graves ainda persistem na rotina do CAPS Professor Luiz da Rocha Cerqueira. DIA 23/07/2026 A AUXILIAR FARMÁCIA ARYANE , negou um prato de comida para a moradora do território bipolar e com encaminhamento do IPQ, o psicológo Dan..... Tirou a mesma da convivência e teve atendimento na parte externa do Caps Itapeva, reportamos para gerente especializada no escritório da Os.
É inadmissível e ilegal que pessoas em sofrimento psíquico agudo batam à porta deste serviço em busca de vaga ou tratamento e recebam como resposta a ordem de irem embora. O CAPS é um serviço de portas abertas. Negar o acolhimento inicial é violar a Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei 10.216) e os direitos humanos fundamentais.
4. Nossas Exigências Frequentes
Não daremos nenhum passo atrás. Exigimos da nova administração municipal e da empresa contratada:
* Acolhimento Imediato: Fim da rejeição de novos pacientes; todo cidadão que procurar o CAPS deve ser triado, escutado e acolhido no mesmo dia.
* Alimentação Garantida: A nutrição é parte do projeto terapêutico singular; nenhum paciente pode ter seu acesso à comida restrito sob qualquer justificativa punitiva.
* Ambiente Humanizado: Substituição da rigidez asilar por práticas de liberdade, afeto, arte e respeito à autonomia do usuário.
Aos que tentaram nos calar com a fome e o medo, respondemos com a união. Aos que hoje gerem o serviço, avisamos: seguimos em vigília permanente até que este local seja, verdadeiramente, um território de paz e cuidado.
Pelos direitos dos usuários, contra a opressão psiquiátrica! Nada sobre nós, sem nós!
Movimento amigos do VLaD, caps professor Luiz da Rocha Cerqueira,
Baseado em fatos reais, proibido repúblicar sem autorização escrita do autor...
Diogo Cascais, o VLaD...