Se foi, só ontem à tarde,
E eu fui ali sem ver,
O que não fiz pela metade,
Até hoje Amanhecer.
Bem devagar, e de verdade,
Olhando às horas vencer,
Nas vezes de realidade...
De extremos a perecer...
Iludir-se relocando a vaidade,
Que lembro pouco como ser,
Não tentar por sinceridade,
No olhar intenso a viver.
Faz sentido quando respiro,
Porque fico lhe vendo,
Não sou imortal como o tempo,
Ou do que fica no infinito,
Passa diante de mim, observando,
Te falando pelo vento.
Sonhando trancado pela idade,
E lá longe, pra perto crer...
Nos cantos de felicidade,
Quando vejo o dia nascer...
Cada sombra do seu olhar,
Não esconde o brilho raro de ti,
No tamanho provido assim, e vi,
Cada alto do seu cento ar.
Por querer um pouco mais vagar,
No espaço do seu sorriso, pra rir,
Alegre nas passagens que senti,
Fixas em sua face sem alterar...
Faz sentido quando respiro,
Porque fico lhe vendo,
Não sou imortal como o tempo,
Ou do que fica no infinito,
Passa diante de mim, observando,
Te falando pelo vento.
Sonhando trancado pela idade,
E lá longe, pra perto crer...
Nos cantos de felicidade,
Quando vejo o dia nascer...
Faz sentido quando respiro,
Porque fico lhe vendo,
Não sou imortal como o tempo,
Ou do que fica no infinito,
Passa diante de mim, observando,
Te falando pelo vento.
Se foi, só ontem à tarde,
E eu fui ali sem ver,
Nos cantos de felicidade,
Quando vejo o dia nascer...
Faz sentido quando respiro,
Porque fico lhe vendo,
Não sou imortal como o tempo,
Ou do que fica no infinito,
Passa diante de mim, observando,
Te falando pelo vento.