Com as mãos na bainha da espada
Imbuído de destemida alma
Arvoro, sobre os muros do Porto
O signo do meu estandarte real
Àqueles do meu próprio sangue, desforro-me
Reduzindo à capitulação meus irmãos miguelistas
Em prol do trono que me aguarda
Por tudo o que me fora prometido
Dos meus amigos, as jóias da minha coroa
Da adorável amiga, o cetro do meu trono
Que outrora me foram arrancados
Na Restauração Monárquica, reside minha obstinação.