Poderia eu falar sobre amor,
alguém tão insípido a paixão,
cuja a banalidade do que habita seu coração,
não seja capaz de entender o fulgor de uma alma em desilusão?
Como saberia o que é o amor,
se o amor nunca me convidou para com ele me juntar,
assim como o fez a tantos outros que nem ao menos o pediram para lhes apaixonar.
São vitimas inocentes de uma bondade angelical,
sem nunca pedir nada,
ao mesmo que nem fizeram nada.
Enquanto os demais aqui estão,
esperando pacientemente sua notação e o amor lhes chamar.