O tempo passando e eu,aguardando.
O amor esperando quase em abandono
Acalentando a doce esperança
Noites e noites,eu em solidão.
Na juventude tecia sonhos
Aguardava viver amores risonhos.
Mas,sempre rimava amor com dor_ um dissabor!
Dor da recusa e decerto
Meu alvo era incorreto!
E via esboroar a ilusão
De ter,encontrado o par certo!
Não queria ser como as ondas do mar
Que, vai e vem sem nunca cansar!
Até que,um dia, de exaustão,de vez vai parar.
Desistir,afinal, de esperar!
Maria Dorta 21_07_2026