No silêncio da noite, minhas lágrimas caem, desejando que traga-me um trago do seu amor.
Quando foi que deixaste de me amar? Sinto que amavas como eu te amo.
Será que um dia tens piedade de mim? Sinto-me abandonada com sua falta de querer.
O relógio corre e o frio da noite aumenta; procuro teus passos no eco da casa. O peito aperta e a alma sustenta o peso cruel desse desamor.