CLARICES, CECILIAS, FLORBELAS E CORALINAS
Em caminhos inexplicáveis dos instantes, dos sentimentos e fos espelhos, a estrela e a travessia interior
De poesias insondáveis
De mãos dadas com Clarices
Como isso não bastasse
Fui também beber no cálice
O vinho fulgurante, transbordante na taça das Cecilias.
Cruzei mares
Vi procelas
Para ver rosas
plantadas
E para as Florbelas
Essas rosas apaixonadas
Douradas, vermelhas e amarelas
Foram todas elas cantadas.
Provei do doce de lata
Da compota cheia de graça
E dos versos de puro mel
Feito daquela letra Divina
O doce das Coralinas.