Era recente a chegada do frio
Estava deitado em minha cama
Enquanto a brisa, fazia seu assobio
E a chuva, dos céus derrama
Nessas noites solitárias
Não há nada melhor que amar
Nessas sofrências involuntárias
Numa imensa vontade de sonhar
Tristes noites, chorosas madrugadas
Tanto amor, tão pouco tempo
Testemunhos soluçantes, flores perdidas
Tenazes paixões, presas em contratempo
Dores intermináveis que sinto
Desejos incertos de um coração gélido
Deserto que atua como labirinto
Desditosamente, o amor é pálido