gabas

Tardes Noites de Julho

Era recente a chegada do frio

Estava deitado em minha cama

Enquanto a brisa, fazia seu assobio

E a chuva, dos céus derrama

 

Nessas noites solitárias

Não há nada melhor que amar

Nessas sofrências involuntárias

Numa imensa vontade de sonhar

 

Tristes noites, chorosas madrugadas

Tanto amor, tão pouco tempo

Testemunhos soluçantes, flores perdidas

Tenazes paixões, presas em contratempo

 

Dores intermináveis que sinto

Desejos incertos de um coração gélido

Deserto que atua como labirinto

Desditosamente, o amor é pálido