Nada creio.
Tudo duvido.
Mas, não minto
Que, passo a crer
Em aves coloridas
Muito mais coloridas
Do que qualquer ave
Que perambule pelos postes
Repito, em nada confio.
Tudo temo, incomodado.
Mas, não nego
Que, muito mais que no fóton,
A resposta estivesse no anteparo.
Pela última vez, digo
Que nada admito.
Tudo desdenho.
Mas, agora não mentindo,
Sou tolo em achar
Que de nada vale o coração.