Com a precisão da fala
o caos testa
quem sabe o que faz.
Blocos
circuitos e linhas,
com o mundo em projeção
o ruído vira laço.
Dois vetores tateiam o real
com a lucidez do possível.
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Aventuras bastam:
um mundo interno, móvel.
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Propriedades, beleza, status:
outro mundo tentando caber em si.
Ao fundo,
a vida segue —
quase nada e suficiente.