Não julgo,
sei que cada pessoa é um mistério, um mundo,
que não cabe em um mísero rótulo.
Faço o meu melhor de graça
e não espero nem cobro nada de ninguém;
ninguém é obrigado a nada para comigo.
Se vejo algo magnífico, de grande impacto,
sinto o impulso de pegar o celular para registrá-lo,
mas me contenho; vivo o momento.
Prefiro registrá-lo nas minhas lembranças;
aproveito cada circunstância.
Valorizo o esforço para imaginar
em vez de criar com a IA.
Busco tirar as dúvidas num livro;
sei que preciso treinar minha mente,
em vez de apenas recorrer à internet.
Crio, a lápis, minha própria poesia,
estimulando-me a criações originais.