A cada cheiro, um mundo se abre,
Perfume antigo que o tempo resgata,
Lembranças dançam no ar como brasa,
Queimando suave, e nunca se apaga.
A cada nota, um eco distante,
Canção guardada no peito, vibrante,
Traz de volta um riso, um olhar,
Momentos que o tempo não pode guardar.
O vento sopra memórias sutis,
De mãos entrelaçadas, promessas febris,
Nos sons e aromas que o tempo recria,
Vive, imortal, a nossa poesia.