Bolhas ácidas no meu estômago
Um vento assombroso em meu peito
Eu quero me manter de pé
Mas é de joelhos que você me quer
O horário me chama
É hora de performar
Remédios para suportar
Eu te obedeço com cada pulsar
Encontros do acaso
Conversas para mascarar
Estou me dando bem nesse papel
No meu ouvido você continua a gritar
A rotina sustenta meu edifício
Agora você escorre nas minhas mãos
Seria uma infância negada?
Seria um hormônio desregulado ?
Eu acho que vou chorar.