Sou uma videira na estrada
a produzir muita vida,
não, digo, muitas uvas.
Mas antes de amadurecerem,
os passantes apressados vêm e as colhem.
Já sei! Vou me cercar toda,
não serei mais depreciada,
para que apreciem, no tempo certo,
os frutos em seu pleno sabor.