Meu pai, já não mais tão moço,
retificou um benefício documental
em frenesi — embora a dor na dorsal —,
assegurando suas raízes depois de morto.
Sucede que seu pai, bem mais do que velho,
enquanto o criava à mercê de sua fome,
prometeu ao menino, vendo como homem,
um canto de paz com sombreado vermelho.
Eis que sua jura não falha nem falta brilho,
pois ainda que eu, seu filho, nem tão vivido,
possa lhe garantir tudo, ele quis, entre
todos os tesouros de sua amada vitória,
que eu tão somente contasse essa história
sobre a brisa suave de um vermelho alpendre!