Vou na meia-luz,
rosto a sorrir.
A estante seduz,
não vou mentir.
Uma força induz
mais alto sentir;
renego o que reduz,
entrego-me ao devir.
A razão conduz;
não quero cair.
Coberto de capuz,
vou subir.
No banco que reluz,
ouço... truz, truz!
Desço e torno a vir.